quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Formas de Sentir

Amor nós nao somos dois, somos três
amor a vida é prospera e vai-nos dar muitos bébés
é tao bom poder-te amar outra vez
Deste-me mais uma chance, fizes-te o que mais ninguém fez.

Mas eu sinto-o, sei que o sentes também
agora é de vez nao precisamos de mais ninguém...

Trago na boca o gosto do teu beijo
deixamos florescer em nos novamente o desejo
és tudo o que eu almejo...

Minha razao de viver,
nao tenhas medo nao me vais perder
eu já sou tua e nunca vou deixar de o ser.

Dá para entender? Ou dá para sentir?
Sabes que eu te quero? Ou sabes que caminho vamos seguir?
isso nao importa agora,
o que importa é que eu tenho do meu lado o menino que me adora.

... Pela vida fora vou-te deixar sentir
o que sinto quando me apertas ou quando me fazes rir
... e quando me fazes vir
porque o nosso amor nao tem barreiras,
nao existem coisas más nem coisas feias

...eu quero te amar de todas as maneiras!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Saudade



Saudade de navegar com os meus lábios nesse corpo tempestuoso de prazer, regando aos poucos um pouco de mim em ti. Dispo esses ombros resguardados com o tecido da tua roupa e cubro-te com a seda dos meus beijos. Percorro-te deslizando cada pedaço de ti, esculpindo o mármore do teu corpo com estes meus lábios molhados de dois corpos apaixonados. Esse é o nosso doce segredo, livre de enredos nessa noite sem medos, abraça-me forte enquanto me beijas e desejas mais, nessa noite sem actuações banais... somos actores livres num palco deitado sobre nós, esses espasmos de prazer que gritam e ecoam nas paredes vazias são a prova da nossa entrega. Beija-me saciando a sede que os meus lábios tem dos teus. Sente-me percorrendo pelo teu corpo deslizando a minha língua em tons de sussurro para uma alma (tão nossa).
Sinto-te a caminhar por entre mim, vem... uma actuação sem fim, acompanha a melodia da nossa respiração, sente a união destes nossos corpos destas almas numa caça ao tesouro sem diamantes apenas o sangue da felicidade em suor de dois amantes que se entregam todas as noites, quentes, frias tornando elas doces e sentidas.
Prolonga o prazer dos nossos corpos abraçando-me depois do nosso momento e sente-me só como tu sabes fazer, sem palavras para ler, sem voz para ouvir. Sente-me a chegar cada vez mais perto, na certeza do que quero, pois quem antes fugia morreu no fogo da nossa paixão... morreu nos teus braços. A saudade é incontrolável para te ter ao meu lado... um até já que teima em não chegar e que queima a minha pele sem os teus beijos. Percorro o teu corpo segundo a segundo, não importa o tempo tenho todo o tempo do mundo e mais algum para entregar o brilho de uma vida em tons de cumplicidade que vivemos. Amar é sentir, é recordar é chorar é rir. Amar é sentir falta, Amar é sentir-me completo (como só tu sabes fazer sentir). Vem nesta noite fria abraça-me, beija-me e deixa os nossos corpos escreverem a mais bela poesia que nenhum outro poeta conseguirá escrever.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O caminho

As flores desabrocham,
Lentamente mostram
O que ficou por desvendar.
O sorriso que aprendi a amar,
quando perdi.

Recorda-te, das pétalas soltas
Das velas acesas,
Dos corpos, enroscados
Apertados.
Em duas almas que recusam fugir,
Do que em tempo,
Não souberam sentir.

Perdoa-me por tudo,
Por ter dado o mundo,
E depois tê-lo retirado,
Fazendo com que,
Abraçasses um buraco sem fundo.
Que eu tão bem senti...
Quando não resisti,
A doçura do teu sabor,
E tu... recusaste.
O que sempre foi garantido.
Senti a tua que era minha
que era nossa... a nossa dor.

O caminho sempre esteve lá.
Nós não o conseguíamos ver.
Todo o tempo do mundo
Tivemos tanto a perder.
Superamos tudo,
E agora caminhamos
Certos de que será eterna
A estrada caminhada.

Voltas e mais voltas,
Onde vamos parar?
Não sei ... nunca iremos saber
uma promessa posso entregar
a de que nunca te deixarei de amar.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Primeira conquista

Preciso de sentir o teu beijo ardente
Preciso de sentir o teu calor emanescente
Podia ser diferente?
O nosso olhar nao mente
Quando tou contigo sei que é para sempre
(é tao evidente)

Quando nao te tenho, nao sou eu
Quando fiquei sem ti a vida o encanto perdeu
Onde está o meu sorisso?Viste-o? Desapareceu...
Alguém me roubou a vida e nao a devolveu.

Tu és a essência do meu ser
Tu és o uníco que me dá prazer
As acçoes sao secundárias o que importa é o que sentimos
Quero ficar contigo e dar ao Afonso muitos primos.

Traçamos uma rota, muitos planos. um destino
Decidimos ficar juntos, mas pouco evoluímos.
Deixamos que o amor morresse nos nossos coraçoes
Passamos só a acreditar nas ilusoes.

Da-me a tua mao, olha para mim,
Vamos realizar os nossos sonhos? Amar-nos sem fim...
Deixa fluir as emoçoes
Dou-te todas as razoes para semeares a tua vida em mim.

Sabes que nunca senti nada assim
Quero-te tanto, quero-te só para mim
Vamos tratar de ser muito felizes?
Vais responder que sim?

Trouxe-te a tormenta embrulhada em seda
Mas tu nao deixas-te que se apagasse a chama que eu sempre quiz ver acessa
Deste-me a certeza...
De quem era eu.

Quero ser tua, esquecer tudo o que aconteceu
Podes ser o meu Romeu?
Já o és... e meu pequenino eu amo-te da cabeça aos pés.

Nao adianta falar, ninguém conheçe o teu interior
Alguém já sentiu o teu amor?
Quem te deu valor? E quem te trouxe a dor?
Quem te roubou a alma e o coraçao, a vontade e a razao?
Para depois te dar a mao, pedindo-te perdao.

Amo-te sem noçao,
Vamos ser felizes entao?
E fazer com que nada do que de mau passamos seja em vao.
(Canta comigo esta cançao)

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O nosso silêncio



O nosso silêncio… é cúmplice dos corpos deitados naquele chão frio que aquecemos, erguendo-se numa brisa quente, nos teus lábios quando esses tocam o meu corpo.
Abro a porta e tranco-a entrego-te a chave, fechando a saída que eu nunca desejarei usar. O caminho será só um – o nosso. Sigo as pisadas nunca antes dadas, não procuro outro caminho como tantos outros que seguiram por ali e regressaram. Não são como nós… não amaram.
O nosso silêncio um quadro pintado, desenhado sem cores onde dores passadas construíram a cumplicidade de hoje. Desenho o teu rosto quando fecho os meus olhos e as minhas mãos na almofada desenham os teus contornos. Se eu pudesse estaria ai, mudava a minha vida como uma noite muda quando nasce o dia.
O nosso silêncio barulhento, dono de um só momento que durará uma vida, jamais será perdido para este que sente a tua doce pele quando repousas nos seus braços, caminhamos juntos, abraçados, navego no brilho do teu olhar que ilumina o céu, desvendando esse caminho por nós traçado. Não preciso das palavras pois sentes o que digo mesmo antes de dizer, decifras-me em 5 segundos como se um enigma incalculável se tratasse. Nós somos donos desse silêncio tão nosso que grita sem ninguém ouvir… ninguém precisa de ouvir, e mesmo que o ouvissem nunca o iriam sentir como nós o fazemos. O nosso silêncio é a certeza do amor.
Amo-te mais que tudo.